A Vidigal Wines assenta o negócio na compra, engarrafamento e comercialização dos seus vinhos, sobretudo para os mercados além-fronteiras. António Mendes Lopes é o cerne deste projeto, apoiado em tecnologia de ponta e no trabalho de enologia de António Ventura. As raízes da empresa estão numa propriedade em Cortes; comprada em 1994 pelo atual diretor, António Mendes Lopes — então a residir na Dinamarca —, ganha um novo rumo dentro do vasto mercado enófilo.
Regressado definitivamente da Dinamarca, em 2004 acrescenta uma nova página à história da casa: além de assumir a direção e de incluir um grupo de acionistas noruegueses, aposta no desenvolvimento tecnológico da Vidigal Wines, que descreve como uma “fábrica de ideias” focada em monovarietais e blends.
A criação de cada vinho começa, muitas vezes, num momento invulgar ou numa simples palavra que lhe puxa pela imaginação — daí nascem os rótulos e os textos que os acompanham. O passo seguinte fica a cargo da equipa de enologia, com António Ventura como consultor e Rafael Neuphart e Arnaldo Simões como enólogos residentes. O objetivo é responder à tendência do mercado: António Mendes Lopes acredita que o essencial é produzir vinhos que se enquadrem no perfil dos clientes, dos quais noventa e um por cento residem nas quatro dezenas de países para onde a empresa exporta.
“O vinho nasce na minha cabeça e depois vou à procura do clima e da terra que o faça.” — António Mendes Lopes




