A matéria explica que a região vinícola de Lisboa, na costa oeste portuguesa banhada pelo Atlântico, foi rebatizada em 2008 (antes chamada Estremadura) para evitar confusão com a homônima espanhola. Apresenta as castas-chave (Arinto, Fernão Pires, Castelão, Touriga Nacional) e remete a tradição vinícola aos monges cistercienses do século XII.
Estremadura virou Lisboa em 2008
A matéria do Divvino abre com um dado pouco conhecido pelo consumidor brasileiro: até 2008, a região se chamava Estremadura. O rebatismo ocorreu para evitar confusão com a Estremadura espanhola e, principalmente, para colar o nome da região à força gravitacional internacional de Lisboa — a capital, símbolo turístico, ponto de chegada para qualquer viajante que queira conhecer Portugal.
Castas e ordens religiosas
A reportagem percorre as castas brancas (Arinto, Fernão Pires, Malvasia) e tintas (Castelão, Touriga Nacional, Aragonez, Alicante Bouschet) e remete a tradição vitivinícola aos monges cistercienses do século XII — particularmente em Alcobaça, onde os religiosos plantaram boa parte das vinhas que hoje sobrevivem em variantes modernizadas. É leitura útil para entender que a paisagem vinícola atual de Lisboa não nasceu nos anos 2000: ela tem 800 anos de DNA.
Matéria original: Vinhos de Lisboa: descubra os segredos dessa região — Divvino — Equipe Divvino.